Polarização provocada por Bolsonaro esquentou eleição no Brasil; entrada de Ney na disputa deu gás na Paraíba

Publicada em 09/10/18 as 00:11h - 39 visualizações

por CARIRI TV


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Dois fatos interessantes deram novo gás à eleição este ano, que vinha meio fria, conforme atestavam os institutos de pesquisa, com os percentuais de brancos, nulos e indecisos beirando as alturas.

 

Para se ter uma ideia, na primeira pesquisa Ibope para o Governo do Estado divulgada na Paraíba, em agosto último, os percentuais de brancos, nulos e indecisos, juntos, somavam 31%, na estimulada. Na pesquisa espontânea, os percentuais eram ainda mais expressivos: 67%. Ou seja: de cada três eleitores, dois não estavam nem aí para a política.

 

No caso da primeira pesquisa Ibope para o Senado, esses percentuais também eram expressivos. Brancos, nulos e indecisos somavam 41% no primeiro voto e 52% no segundo voto.

 

Em termos nacionais, a entrada de Fenando Haddad oficialmente na disputa, a partir do momento em que o PT anunciou que Lula não seria mesmo o candidato, fez com que o petista começasse a herdar os votos que seriam dados a Lila e ele se distanciou do pelotão de baixo, aproximando-se de Jair Bolsonatro.

 

Porém, a polêmica gerada em torno de Bolsonaro acabou gerando uma polarização, esquentando a eleição. Com isso, os brasileiros se dividiram entre os Bolsonartistas e os anti-Bolsonaro, fato que gerou o clima que a campanha precisava para esquentar. E esse clima foi o grande responsável pelo ‘gás’ que o pleito precisava para empolgar os brasileiros.

 

No caso da Paraíba, a empolgação veio, também, de um fato novo: a entrada do ex-Senador Ney Suassuna (PRB) na disputa, como primeiro suplente do candidato Veneziano Vital do Rêgo (PRB). Ney, com seu estilo trator bastante conhecido, arregaçou as mangas e começou as articulações, aparecendo forte na mídia e atuando nas ruas como grande cabo eleitoral de Veneziano – e também de João Azevêdo.

 

O resultado é que houve um crescimento acentuado de Veneziano – e até também de João – fato verificado nas pesquisas divulgadas nesta reta final desta campanha. Só de reversão de apoios, Ney e sua articulação foram responsáveis pela virada de 32 prefeitos, que apoiavam outros candidatos e passaram a apoiar Veneziano e João.

 

E com esses dois fatos, a eleição, enfim, retomou seu status de grande festa da democracia. Literalmente.

 

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